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Introdução Alimentar



Hoje vamos abordar um assunto bem trabalhoso para alguns pais: a introdução alimentar. Algumas crianças não aceitam facilmente os novos alimentos e isso gera dúvidas e anseios nos pais.


A OMS (Organização Mundial de Saúde) e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e a partir daí iniciar a introdução de novos alimentos. Mas ao mesmo tempo esta recomendação é controversa já que a maioria das empresas só oferece quatro meses de licença maternidade.


Semana passada falamos sobre a redução do leite materno (clique aqui). E esse é outro fator que preocupa muitas mães e as induzem a introduzir novos alimentos.


Porém os especialistas recomendam que mesmo quando a criança tome fórmula (leite artificial), e não leite materno, esperar até os 6 meses para dar outros alimentos. Um dos motivos é que o sistema digestivo ainda não está preparado para digerir outras comidas, e outro é que o organismo da criança estará mais forte para combater eventuais infecções ou alergias decorrentes da alimentação variada.


A partir dos 6 meses, os alimentos devem ser introduzidos de forma lenta e gradual, mantendo-se o leite materno até os 2 anos de idade ou mais.


O primeiro alimento a ser oferecido deve ser as frutas, que inicialmente serão servidas, amassadinhas e em quantidade adequada à criança.


Não passe as frutas e demais alimentos na peneira, o indicado é amassa-las para estimular a mastigação e com o tempo os alimentos devem ser cortadas em pedaços cada vez maiores.


O ideal é dar a mesma fruta por uns dois a três dias, observar se a criança apresenta alguma alergia, aí sim, oferecer outra. Dessa maneira, a criança também aprende a diferenciar os sabores.


Já os sucos de frutas não são tão recomendados por uma série de motivos, como o fato de não estimularem a interação da criança com o alimento e nem a mastigação, por exemplo.


Além disso, o excesso de suco para crianças acaba tirando a oportunidade de experimentar outros alimentos e seu consumo excessivo pode estar associado com diarreia, flatulência, distensão abdominal e cárie dentária, além de subnutrição.


Sucos de fruta também podem conter sorbitol e uma grande quantidade de frutose, que pode causar cólicas no bebê, pela produção de gases. Um outro problema é o alto índice glicêmico dos sucos e com isso crianças que ingerem grandes quantidades de suco tem risco de obesidade no futuro.


Então, mamães e papais, o primeiro passo são as frutinhas, que podem ser oferecidas duas vezes ao dia, no meio da manhã e no meio da tarde.


E lembre-se: esta é uma alimentação complementar, o principal alimento continua sendo o leite materno.


Semana que vem continuaremos este assunto.


Abraços.


Fabrinne Apolônio


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