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5 Características de um vencedor

As Olimpíadas já acabaram, mas dela ficaram várias lições. Os atletas olímpicos brasileiros brilharam e trouxeram várias medalhas para o Brasil em modalidades ainda não conquistadas e outras já consagradas.

Sabemos que não é fácil chegar lá. Que tal aprendermos com eles algumas lições que fizeram com que eles conquistassem essas medalhas?

1. Superação com Rafaela Silva

Rafaela Silva que ganhou a 1° medalha de ouro no Brasil, teve uma história de superação. Nem tudo foram flores na vida dela.

Carioca, nascida na comunidade Cidade de Deus, Rafaela começou cedo.

“A história da judoca teve início na carente comunidade da Cidade de Deus. Começou a praticar judô aos 5 anos de idade, na associação de moradores da região. Aos 8 anos chegou ao Instituto Reação, onde treina até hoje. A iniciativa é um projeto do medalhista olímpico Flavio Canto. Lá, a atleta conheceu Geraldo Bernardes, seu técnico e amigo. Com pouco tempo de treino, a menina começou a dar resultados.

Aos 16 anos, foi campeã mundial júnior, na Tailândia. Em 2009, ficou em quinto lugar no mundial de Roterdã, na Holanda. Dois anos depois, foi vice-campeã do Pan-Americano de Guadalajara, no México, e vice-campeã mundial adulta em Paris. Em 2012, nos Jogos Olímpicos de Londes, foi eliminada nas oitavas de final."

(http://agenciabrasil.ebc.com.br/rio-2016/noticia/2016-08/judoca-rafaela-silva-vai-da-depressao-medalha-de-ouro-em-quatro-anos)


Foi nessa eliminação e depois de ser humilhada pelos internautas, com ofensas racistas, Rafaela decidiu parar de fazer aquilo que tanto amava.

Pouco tempo depois, a ajuda veio e Rafaella tomou a decisão de prosseguir


“O jogo começou a virar quando surgiu a figura de Nell Salgado. Raquel, também judoca e irmã mais velha de Rafaela, promoveu o encontro entre a judoca e a psicóloga. “A Nell começou a fazer um trabalho voluntário para o Instituto Reação e me perguntava se daqui a dois anos eu me via fora do judô. Aí eu dizia que o judô era minha vida e voltei a treinar”, disse Rafaela. Desde então, a psicóloga assumiu o posto de coach da judoca.

Um belo dia, ela decidiu voltar a treinar . Ela havia voltado. Raquel, a irmã, tinha certeza de que o momento da volta chegaria. “Ela chegou a dizer que não voltaria, mas guerreira nunca desiste. Cai e sempre levanta”.


Todo mundo sabe que não gosto de treinar, mas esse foi um período em que me esforcei bastante. Treinava de dia, de tarde e de noite. No outro dia, estava toda doída, mas era o sacrifício que eu fazia. Saía chorando do treino, mas valeu a pena.”


No ano seguinte, derrotou por ippon (pontuação máxima no judô) a americana Marti Malloy. Se tornou, assim, a primeira brasileira campeã mundial de judô. A medalha olímpica de ouro na Rio 2016 coroou os méritos da atleta de origem humilde. Rafaela Silva tem 24 anos e é 3º Sargento da Marinha do Brasil.



2. Passar por cima dos obstáculos com Isaquias Queiroz


Nascido em uma família humilde. Seu pai faleceu quando ainda era pequeno. Morava com a mãe e mais 9 irmãos. Isaquias Queiroz teve vários desafios na vida que não foram fáceis, mas ele superou todos e chegou nessas olímpiadas conquistando 3 medalhas.

O canoísta baiano Isaquias Queiroz, 22, é o primeiro brasileiro a ganhar três medalhas em uma Olimpíada. No Rio, ele conquistou a medalha de prata nas provas individual (C1) e em dupla (C2, com Erlon Souza) dos 1.000 m, além do bronze nos 200 m.

Isaquias cresceu em Ubaitaba (a cerca de 370 km ao sul de Salvador), cidade de 20 mil habitantes localizada numa região que no passado era habitada por índios tupiniquins.

Foi lá que Isaquias deu as primeiras remadas.


INÍCIO DIFÍCIL


Sobreviveu a dois incidentes que quase lhe tiraram a vida, ainda novo. Aos 3 anos, uma panela de água fervente caiu sobre ele. Aos 10, sofreu uma hemorragia interna ao cair de uma árvore e teve um rim retirado. A canoagem só entrou em sua vida aos 11 anos, em 2005, quando entrou em um projeto social na sua cidade natal.


MARÉ BAIXA


Em 2011, deu mostras do que poderia fazer com dois pódios no Mundial júnior: ouro no C1 200 m e prata no C1 500 m. No ano seguinte, porém, Isaquias sofreu seu primeiro grande baque. Ficou fora da seleção brasileira que foi aos Jogos Olímpicos de Londres. Ele não chegou a cogitar abandonar a modalidade, mas considerava-se fora do plano competitivo internacional. "Há quatro anos nem passava em remar no Rio", disse.


O RETORNO


A má fase começou a passar em 2013, quando o COB (Comitê Olímpico do Brasil) contratou o técnico espanhol Jesús Morlán, que tinha cinco medalhas olímpicas no currículo. Ainda naquela temporada, Isaquias obteve dois pódios no Mundial (ouro no C1 500 m e bronze no C1 1.000 m). Em 2014, no Mundial de Moscou, veio a confirmação. Isaquias voltou ao pódio com bronze no C1 200 m e mais um ouro no C1 500 m.


Após o sucesso no Pan de Toronto, em 2015 –dois ouros e uma prata– e o título Mundial ao lado de Erlon Souza, na categoria C2 1.000 m, a Confederação Brasileira de Canoagem fez lobby dentro da federação internacional para que a ordem das provas da canoagem de velocidade fosse alterada. A mudança favoreceu a participação do baiano no C1 200 m, no C1 1.000 m e no C2 1.000 m, possibilitando a disputa de três medalhas.



3. Perdoar e seguir em frente com Thiago Braz




Thiago Braz da Silva, 22 anos, ouro no salto com vara e cuja vida é marcada por dramas íntimos desde a infância. Abandonado pelos pais quando ainda era menino, ficou dias com uma mochila nas costas para aguardar o retorno deles. A espera em vão seria capaz de destruir o futuro de qualquer criança.

Menos o de Thiago, então com 2 anos e hoje número 1 do atletismo do Brasil.


"Meus pais brigavam muito, não sei direito a história completa. Eram muito jovens. Fui morar com meus avós (Maria do Carmo e Orlando) e tive também o apoio de meu tio, Fabiano, ex-atleta. Nos momentos de dificuldade, meu pai não estava presente, mas a minha avó me abraçou e me ensinou a perdoá-los. São seres humanos e merecem o meu perdão. Já os perdoei, a gente tem contato, sei onde moram para que eu possa ajudá-los."


Nascido em Marilia (SP), mesma cidade do primeiro medalhista olímpico da natação brasileira, Tetsuo Okamoto, Thiago começou a saltar com 14 anos, no ano dos Jogos Pan-Americanos do Rio (2007). Encheu os olhos de treinadores e de outros atletas e teve uma ascensão no esporte proporcional à velocidade com que Usain Bolt cruza uma pista. Em tão pouco tempo, juntou-se à galeria de Adhemar Ferreira da Silva, Joaquim Cruz e Maurren Maggi.


Ele atribui parcela importante de sua reviravolta à avó, Maria do Carmo, com quem tem uma relação de profundo afeto. Durante anos, ela tem sido sua grande incentivadora. Exigente, só admitia uma hipótese nos dias de competição - que Thiago vencesse as provas.

4. Liderança com Rogério Micale (Técnico Olímpico)

Rogério Micale. Esse nome vai ficar gravado na mente de todos os brasileiros. Um profissional simples econquistou em sua primeira Olímpiada uma medalha de ouro. Ex-goleiro do time de Londrina. Chegou para treinar a seleção olímpica 2 dias antes de enviar a pré-lista dos nomes para a seleção, ele foi chamado.


De cara, conseguiu transformar da água para o vinho uma Seleção sub-20 que tinha passado perrengue e jogado mal no Sul-Americano da categoria. O time acabou vice-campeão mundial, mas jogando um futebol vistoso, com características que viriam a ser reproduzidas no time campeão olímpico: atacantes de mobilidade, defesa com marcação adiantada, a procura por um toque de bola mais refinado.


- “É um resgate da nossa autoestima. A gente viu que não está tudo perdido. O nosso futebol está vivo, precisa de acertos, mas podemos fazer o nosso povo um pouco feliz neste dia de hoje. E eu fico muito feliz de poder participar disso” - disse o treinador.

Rogério Micale não seria o técnico do Brasil na Olimpíada do Rio. Depois de comandar a preparação, o treinador daria lugar a Dunga no torneio. No entanto, com a demissão do antigo técnico da seleção principal, Micale ficou com o posto.


- É indescritível este momento, como Deus reserva as coisas para a gente é impressionante. A gente começou este trabalho, aconteceu tudo que aconteceu, e um final desses, nos pênaltis, pegando a última bola... Deus é maravilhoso. Esses jogadores, a dedicação, a entrega, um grupo extramamente qualificado, fechado. Só tenho a agradecer por este momento - disse Micale.

O técnico lembrou o início complicado de campanha do Brasil na Olimpíada, com empates por 0 a 0 contra África do Sul e Iraque, mas destacou a evolução do time.


- Muito especial. Quero agradecer muito a Deus porque ele me proporcionou isso, nos pênaltis, da forma que foi, com muita luta. Depois de um início difícil, a equipe encorpou. São ótimos profissionais, grande qualidade técnica. Saio daqui com a sensação de dever cumprido.




5. Trabalho em equipe com Bernadinho e Seleção Olímpica de Vôlei.




A seleção olímpica de Vôlei, que até então não era a favorita, foi pra final e deixou todos com coração na mão na final entre Brasil e Itália.

Um jogo disputadíssimo que teve um final com uma linda vitória brasileira e o ouro na mão.

Foi uma vitória mais do que merecida. Você via os jogadores darem seu melhor. Destaques como: Wallace; Serginho; Lucarelli, Lucão; Bruninho entre outros.


O técnico Bernadinho , usou nas olimpíadas No Rio, o lema da conquista foi jogar "por uma causa": o fim de um ciclo vitorioso para os principais jogadores em quadra, como o líbero Serginho. Para alcançar a consagração, martelou entre os atletas a necessidade de jogar com "lucidez e inteligência", para encontrar soluções à qualidade técnica dos adversários, e "paixão" para sentir e jogar com a torcida.



Seguindo essas dicas valiosas de nossos atletas, você pode se tornar uma pessoa vencedora na vida. Lembre que obstáculos vão existir, mas não deixa as circunstâncias te parar. Lembre que sua vitória pode está chegando, basta você tomar uma atitude e não olhar para trás, sempre seguindo em frente.



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Fontes:


Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/rio-2016/noticia/2016-08/judoca-rafaela-silva-vai-da-depressao-medalha-de-ouro-em-quatro-anos

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-37144442

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1805113-cinco-capitulos-isaquias-pode-ser-maior-medalhista-do-brasil-em-1-edicao-de-jogos.shtml

https://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/2016/thiago-braz-foi-abandonado-pelos-pais-aos-2-anos-perdoei-eles,0142a866b312d2cc54eddd5e8c8c401bdqysp785.html

http://www.lance.com.br/rio2016/micale-rogerio-aranha-tecnico-ouro-que-ainda-nao-sabe-futuro.html

http://sportv.globo.com/site/programas/rio-2016/noticia/2016/08/rogerio-micale-celebra-ouro-inedito-nosso-futebol-nao-esta-morto.html

http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/especiais/olimpiadas/jogos2016/jogos2016-noticias/2016/08/21/noticia-jogos2016,346661/icone-do-volei- mundial-bernardinho-ganha-setima-medalha-em-nove-edicoes-de-olimpiada.shtml

https://blogdeviniciuspaula.files.wordpress.com/2016/07/brasil1.jpg?w=672&h=372&crop=1

Fonte Imagens: https://blogdeviniciuspaula.files.wordpress.com/2016/07/brasil1.jpg?w=672&h=372&crop=1

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