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Parto e pós-parto

Entrando em Trabalho de Parto

 

Vou iniciar esta coluna falando sobre o parto vaginal ou parto normal, e para isso vou dividir esse assunto em duas partes. Hoje vamos falar do trabalho de parto. 

 

A dúvida de muitas gestantes é reconhecer o início do trabalho de parto. Ao primeiro sinal das contrações já começa a correria de toda a família. Mas nem toda contração é sinônimo de trabalho de parto.

 

Durante a gestação a mulher pode ter contrações que não são regulares e nem dolorosas, são as chamadas Contrações de Braxton Hicks ou Contrações de Treinamento.

 

Ao final da gestação as contrações vão ficando mais regulares, porém ainda não estão ritmadas, mas já provoca mudanças no colo uterino, é a chamada fase latente.

 

Na fase ativa, o trabalho de parto propriamente dito, a mulher encontra-se com no mínimo três centímetros de dilatação e três contrações em 10 minutos com pelo menos 30 segundos de duração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Durante essa fase o útero vai dilatando até atingir 10 centímetros, o útero também vai ficando cada vez mais amolecido e apagado (afinando) e o bebê vai descendo conforme a figura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O tempo de trabalho de parto varia de mulher para mulher e de gestação para gestação, e sua evolução deve ser acompanhada no Partograma, documento que contém além da identificação da gestante, sua história obstétrica e seus dados vitais, forma-se um gráfico onde se registram a dilatação, batimentos cardíacos do bebê (BCFs), contrações, descida do bebê no canal do parto comparando-se estes dados com curvas de evolução normal, chamadas curvas de alerta, já constantes no documento citado.

 

O Partograma serve de orientação ao profissional sobre o momento ideal para a tomada de alguma conduta.

 

Para a condução tranquila do trabalho de parto a gestante sem fatores de risco devem ter seus dados vitais avaliados a cada 4 horas, as contrações a cada 2 horas e os BCFs a cada 30 minutos.

 

Muitas intervenções são desnecessárias durante o trabalho de parto, por isso a mulher deve ser estimulada (caso não haja contraindicação) a deambular (andar), banhos de chuveiro, uso da bola do nascimento, ter a presença de um acompanhante que poderá dar apoio emocional e realizar massagens, entre outras técnicas conforme figura abaixo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Após a dilatação completa inicia-se a próxima fase, a expulsão. Essa fase será o assunto do nosso próximo tópico.

 

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Abraços

 

 

 

Fabrinne Apolonio

© 2016 por Uai Divas

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